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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

a solidão do goleiro

uma meta
uma trave
um homem disposto a tudo
virar pássaro
ou louco varrido
contra a bola
contra todos.
uma bela defesa
um milagre efémero
diante de um frango
que abala o estádio.
que sina!
que triste a bola entre as pernas...
que gritos que xingos
de doer a alma.
que solidão
ao pegar a bola no fundo das redes!
onde o podre pisa nem grama nasce
mera maldição
da mais solitária profissão.

zé do biu das alagoas

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