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sábado, 14 de janeiro de 2012

Tu não verás Marília

tu não verás Marilia
o meu alforge de sonhos
__há muito me perdi em outras trilhas_.
tu não verás Marília
terras tão belas quanto aquelas
do país das Alagoas.
ah! Marília bela!
perdido estou pelas horas madrugadas
preso as dores que não passam
teimam sagrar no peito.
queria agora bela Marília
os passarinhos da minha infância
meu carrinho de madeira
meu humilde forte apache
...e por um dia ser Durango Kid.
dentro de mim
cidades imaginárias com ruas
entre ruas
e camino por uma cidade, Márilia
parecida com meu filho
e seu sorriso de mármore jantando ventania.
na poesia, Marília bela,falar na dor não voga
por isso engano as tristuras com sol ventos e brisas.
a cidade acordou,bela Marília,
agora é hora de dormir... bela Marília





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